Pesquisadora · Palestrante · Porta-voz
BiaKaoriMi
Pesquiso o que vivo. Meu trabalho sobre acessibilidade e envelhecimento começa na minha própria experiência e cresce a cada viagem, do Brasil ao Japão, ao Canadá e aos Estados Unidos. Compartilho o que descubro em palestras e artigos, em inglês e português.
Na mídia
5 menções na imprensa19 participações
Participações recentes
Pesquisa nascida da experiência vivida
Sou pesquisadora e porta-voz, especializada em acessibilidade, infraestrutura urbana e envelhecimento populacional. Nasci e cresci no Brasil como descendente de japoneses, dentro da cultura japonesa e entre pessoas que falavam muitas outras línguas.
Bia Kaori Mi reúne os apelidos que uso em português e em japonês. Bia vem de Beatriz, meu primeiro nome.
Essa mistura me deixou curiosa pelo mundo desde cedo: como outras pessoas vivem, o que comem, como falam e o que suas cidades permitem que elas façam. Minha pesquisa não fica só nos artigos acadêmicos. Sempre acreditei que teoria e prática devem caminhar juntas.
Minhas experiências como mulher mestiça com deficiência me formaram, e é isso que levo para palestras, cursos e publicações em vários idiomas.
Adoro conhecer outras culturas e idiomas, e explorar a culinária, a mídia e a sociedade japonesas. Não consigo passar um dia sem chá (sem chás de frutas, por favor) ou algo para ler.
Saiba maisFoco de pesquisa
Pilares de estudo
Seis áreas que convergem, seja qual for o ponto de partida.
Envelhecimento populacional
O que o Japão, a primeira sociedade superenvelhecida, pode mostrar ao Brasil, que envelhece rápido.
Acessibilidade
O dia a dia com deficiência e os pequenos obstáculos que ninguém percebe.
Cultura e identidade nipo-brasileira
Uma criação mista, entre culturas ocidentais e orientais, que moldou minha visão de mundo e ampliou meus horizontes.
Infraestrutura urbana
Cidades que se abrem quando rampas, elevadores e boas calçadas fazem parte do projeto.
Doença rara
Dar voz a pacientes com condições que a maioria dos médicos raramente vê.
Moda inclusiva
Vestir-se com deficiência e o que os estilistas ainda deixam de fora.
Saúde e atuação em doenças raras
Vivendo com FD/MAS
Vivo com displasia fibrosa e síndrome de McCune-Albright (FD/MAS), uma condição rara causada por uma mutação no gene GNAS. Ela afeta meus ossos, meu sistema endócrino e minha mobilidade. Tive a primeira fratura antes de completar um ano; o diagnóstico levou mais três anos. Hoje sou porta-voz de pacientes de diferentes países e culturas.
Sou paciente, não médica. Para informações médicas sobre displasia fibrosa e síndrome de McCune-Albright, veja as páginas da FD/MAS Alliance sobre o que é a FD/MAS e quão rara ela é (em inglês).
01 · O diagnóstico
Primeira fratura antes de um ano de idade
A FD/MAS afeta os ossos e, em muitos pacientes, os hormônios e a pele. Passaram-se três anos até meus pais encontrarem respostas, e a condição ainda é rara e difícil de diagnosticar.
02 · A FD/MAS Alliance
Minha entrada na FD/MAS Alliance
Desde 2023, sou porta-voz de pacientes da FD/MAS Alliance, uma organização norte-americana. Fiz as primeiras traduções para o português de seus conteúdos oficiais. Também comandei, em parceria, um dos primeiros encontros globais da comunidade FD/MAS.
03 · O objetivo
Conhecimento sem fronteiras
Documento minha história para pacientes, famílias e qualquer pessoa que queira entender como é, de fato, uma deficiência invisível no dia a dia.
Trabalhe comigo
Como posso ajudar você
Cinco formas de trabalharmos juntos, de acordo com quem você é.
Organizadores de eventos
Contrate uma palestra
Palestras em inglês e português, presenciais ou online, com cerca de 60 minutos cada. Temas, formatos e logística estão no kit de palestrante.
Palestras principais
- O que a sociedade superenvelhecida do Japão ensina ao resto do mundo
- Rara no Brasil: o que viver com FD/MAS revela sobre acesso em um país em desenvolvimento
- Acessibilidade é infraestrutura
- A ponte: o que 2 milhões de nipo-brasileiros revelam sobre identidade
- Escutar como remédio: o que as comunidades de doenças raras sabem sobre empatia
Pesquisadores
Colabore
Colaborações de pesquisa sobre envelhecimento, acessibilidade e comparações Brasil–Japão, pelo GEASIA / NUPRI, da Universidade de São Paulo (USP).
SobreJornalistas
Comentários
Comentários sobre envelhecimento populacional, deficiência e Japão, com participações anteriores na Folha de S.Paulo e em O Globo.
MídiaMarcas
Conteúdo patrocinado
Conteúdo patrocinado sobre acessibilidade, doenças raras, cultura nipo-brasileira e moda inclusiva. Mídia kit sob consulta.
ContatoPacientes e famílias
FD/MAS
Minha história com a FD/MAS e links para os recursos da FD/MAS Alliance.
Minha história com FD/MASPalestras e engajamento público
No palco e no ar
Falo em inglês e português para todo tipo de público: universidades, comunidades de pacientes, empresas, instituições públicas e a população em geral.
TV GGN, Observatório de Geopolítica: Envelhecimento no Leste Asiático e Lições para o Brasil, 2025 PT
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2026Professora convidada
Ásia em Alta: dinâmicas contemporâneas e transformações no continente asiático
GEASIA / NUPRI, Universidade de São Paulo (USP)
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2025Apresentadora
Encontro de Pós-Graduandos em Estudos Japoneses, Sessão 6
USP
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2024Professora convidada
Segurança, Estratégias e Defesa: Geopolítica no Continente Asiático
GEASIA / USP
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2023Apresentadora
Envelhecimento populacional e a sua importância nas relações internacionais
SIMPORI 2023, Simpósio de Pesquisas em Relações Internacionais San Tiago Dantas, São Paulo PT
-
2023Entrevistada
Envelhecimento populacional
Rádio Senado, Ordem Global
Onde meu trabalho vive
Uma ponte entre o
Brasil e o Japão
Minha pesquisa, minha identidade e minha atuação como porta-voz se estendem por dois países unidos pela maior comunidade japonesa fora do Japão: a mais de 18 mil km de distância e próximos há mais de um século. O Brasil é minha casa; o Japão é minha herança e meu campo de estudo.
Brasil · Lar
Um país com desafios urgentes em acessibilidade e infraestrutura.
Japão · Herança
A primeira sociedade superenvelhecida do mundo e uma referência em infraestrutura acessível, que estudo com carinho e olhar crítico.
Muitos idiomas, uma voz



Disponível para palestras e colaborações de pesquisa.
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